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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Honda City: novo sucesso?

Desde que começou a montar seus carros no Brasil, em 1997, a Honda desfruta de uma imagem premium no país. O sedã Civic e, mais recentemente, o monovolume Fit foram os grandes responsáveis pela construção da marca e agora ganham a companhia do City.

Terceiro modelo fabricado em Sumaré (SP), o sedã chega para disputar mercado com os fãs de três-volumes: desde o VW Polo Sedan e o Fiat Linea até as versões mais básicas de Toyota Corolla e do próprio Honda Civic, todos concorrem com o City.

O City foi desenvolvido para os mercados emergentes. Idealizado na Tailândia, o modelo apresenta soluções que devem agradar os brasileiros, como o bom espaço interno e o amplo porta-malas de 506 litros (bem maior que o do Civic e seus 340 litros).

Externamente, o visual lembra o Civic, com os belos faróis afilados e a dianteira em forma de cunha. Já a traseira é inédita, com as lanternas de formato exclusivo. O City é 50 centímetros maior do que o Fit, mas tem personalidade: o interior é mais conservador do que o monovolume, mas agrada.

Com preço inicial de R$ 56.210, o City vem com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag duplo e já está à venda nas concessionárias Honda. Será que o sedã tem qualidades suficientes para ser mais um sucesso da marca no Brasil?

Confira abaixo os preços do City:


City LX (manual): R$ 56.210

City LX (automático): R$ 60.010

City EX (manual): R$ 61.650

City EX (automático): R$ 65.450

City EXL (manual): R$ 65.375

City EXL (automático): R$ 71.095


Até a próxima!


Vitor

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Honda Civic 2009: mais do melhor


Desde o seu lançamento, em 2006, o Civic é um grande sucesso de vendas. Não demorou muito para que o sedã assumisse a liderança da categoria, superando nomes de peso como o Chevrolet Vectra e o Toyota Corolla.

Em novembro de 2008, o carro obteve o melhor desempenho de vendas de sua história, conquistando o quarto lugar nos emplacamentos do mês. Diante de tantas credenciais, surge a pergunta: por que mudar?

Seja como for, a Honda apresentou nesta terça-feira a linha 2009 do Civic. Com pequenas mudanças de estilo na dianteira, o carro ficou mais esportivo e parecido com o seu "irmão" mais novo Fit. A grade frontal agora é do tipo colméia e o parachoque ganhou três entradas de ar (no antecessor era apenas uma). Lateral e traseira permanecem sem alterações.

Por dentro, a versão LXS ganha uma nova padronagem de tecido e todos os modelos passam a ser equipados de série com piloto automático. Freios com sistema anti-travamento (ABS) e airbag duplo também são oferecidos de fábrica, e a topo-de-linha EXS conta com o controle de estabilidade, chamado de VSA.

Já o esportivo Si recebeu as mesmas alterações das demais versões, além da pintura preta na grade dianteira. Novas rodas de liga leve, com desenho semelhante as do Accord V6, e o aerofólio com brake-light integrado também equipam o sedã.

Os preços da linha Civic 2009 começam em R$ 64.365 para o LXS manual e podem chegar a até R$ 96.965 para o Si. Resumindo, o Civic preserva todas as qualidades que o tornaram um sonho de consumo e ainda ganha uma dose extra de fôlego para se manter na liderança do segmento. Tudo para continuar sendo um dos melhores automóveis fabricados no Brasil.

Confira a tabela de preços sugerida para o Civic 2009:

Civic LXS MT Flex: R$ 64.365,00
Civic LXS AT Flex: R$ 69.340,00
Civic LXS MT c/ couro Flex: R$ 65.990,00
Civic LXS AT c/ couro Flex: R$ 70.955,00
Civic EXS AT Flex: R$ 83.810,00
Civic Si MT: R$ 96.965,00

Até a próxima!

Vitor

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Retrospectiva 2008: os lançamentos!

2008 foi um ano como há pouco se via na indústria automotiva brasileira. O setor começou em meio à empolgação das boas vendas, que batiam recordes sucessivos mês após mês.

No final das contas, a animação acabou sendo freada pela crise internacional, que prejudicou as montadoras no segundo semestre, mas no geral o saldo é positivo. Isso se deve, principalmente, ao grande número de lançamentos realizados neste ano.

A Chevrolet não apresentou muitas novidades nos segmentos mais baratos, mas trouxe do México o Captiva. O SUV chegou ao Brasil com uma interessante relação custo/benefício, trazendo como triunfos um motor 3.6 V6 de 231 cv e uma boa lista de itens de série. A procura pela novidade foi grande e o resultado foi a prática de ágio – ou sobrepreço – na maioria dos concessionários da marca.



Praticamente no mesmo mês, a Ford apresentou o novo Focus. Sem atualizações desde 2000, o modelo voltou a ficar em sintonia com a Europa, fato raro em sua categoria. Por ora disponível apenas na motorização Duratec 2.0 a gasolina, o Focus Hatch e Sedan é vendido em duas versões (GLX e Ghia) e dispõe de itens como câmbio seqüencial, sensor de estacionamento, freios com sistema anti-travamento (ABS), airbag duplo e partida do motor sem a chave.



Já a Fiat voltou a apostar em um segmento em que desfruta de pouco prestígio desde a saída do Tempra. O Linea chegou com uma grande lista de itens de série e preços atraentes. Os motores 1.9 16V e 1.4 Turbo e o câmbio automatizado Dualogic são os principais predicados do sedã baseado no Punto. As vendas ainda não decolaram, mas o seu desempenho certamente será superior ao Marea.



A Volkswagen concentrou suas atenções na “menina dos olhos” de sua linha no país. O Gol, veículo mais vendido do Brasil há mais de duas décadas, enfim ganhou uma reformulação completa. Construído sob a plataforma do Polo, o hatch evoluiu em espaço interno, desempenho e design, ganhando feições de seus irmãos mais luxuosos, como o Tiguan. Os motores 1.0 e 1.6 e a ótima transmissão MQ-200 são os principais destaques. De quebra, o país ainda viu a volta de um nome consagrado na década de 80: o Voyage.


A Honda também roubou a cena no Salão do Automóvel ao revelar a segunda geração do Fit. Com visual mais esportivo (e que lembra o best-seller Civic), o monovolume preserva as qualidades que o tornaram um sucesso de público e crítica e deve continuar conquistando uma legião de fãs.

Renault, Citroën e Peugeot também mostraram novas versões, como o aventureiro Sandero Stepway e o sedã 207 Passion. Enfim, 2009 foi um ano repleto de estréias nas concessionárias.

E, em sua opinião, qual foi o principal lançamento do ano? Não deixe de votar em nossa enquete!

Até a próxima!

Vitor

sábado, 6 de dezembro de 2008

Civic: batendo recordes


O momento pode não ser favorável para a Honda, que sente os efeitos da crise econômica a ponto de decidir abandonar a Fórmula 1. Mas a turbulência parece não afetar a subsidiária brasileira, que anda com um sorriso estampado no rosto com o desempenho de seus modelos por aqui.

Além da aprovação geral da imprensa e do público ao novo Fit – cujo maior (e talvez único) pecado é realmente o preço -, o Civic continua apresentando bons resultados. Lançado em 2006, o carro é o atual líder de sua categoria e conserva uma boa vantagem para seus concorrentes.

Sua última façanha foi emplacar uma surpreendente quarta colocação no ranking dos veículos mais vendidos de novembro. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o três-volumes produzido na cidade de Sumaré (SP) emplacou 6.535 unidades vendidas, ficando atrás apenas de VW Gol e dos Fiat Mille e Palio.

Além disso, o Civic vendeu mais do que modelos mais simples, como Chevrolet Celta e VW Fox. Trata-se de um feito e tanto para um veículo cuja versão de entrada não sai por menos de R$ 60 mil. Destaque também para o seu arqui-rival e conterrâneo Toyota Corolla, que também se firma entre os mais vendidos.

Voltando a falar do Fit, o monovolume não apresentou uma queda tão grande nas vendas, mesmo com o anúncio da nova geração, apresentada durante o Salão do Automóvel. Parece que, aos poucos, o consumidor brasileiro começa a valorizar as qualidades dos automóveis japoneses, mais racionais e honestos do que grande parte dos modelos vendidos no Brasil.

Até a próxima!


Vitor

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Honda: adeus à Fórmula 1?


Foto: Grandprix.com

O mundo da Fórmula 1 foi pego de surpresa nesta quinta-feira, 4 de dezembro. Isso porque a Honda, uma das montadoras mais premiadas da categoria, deve abandonar o paddock na próxima temporada.

Segundo o site GrandPrix.com, os pífios resultados obtidos pela equipe nos últimos dois anos – com apenas 20 pontos conquistados diante de um investimento de monstruosos US$ 400 milhões – e a crise mundial que afetou diretamente as vendas da marca motivaram a decisão.

Boatos dão conta de que os executivos japoneses já estariam correndo atrás de possíveis compradores e patrocinadores para manter a equipe. Vale lembrar que nas últimas temporadas a Honda dispensou o apoio financeiro de outras empresas, adotando a filosofia ecologicamente correta do “My Earth Dreams”.

Porém, caso as empreitadas sejam mal-sucedidas, a saída será mesmo fechar as portas. E, se o destino realmente for este, o futuro de dois brasileiros pode ser afetado diretamente pela falência da escuderia.

Bruno Senna, que realizou testes pela equipe no último mês e faria novas avaliações em breve, terá de bater na porta de outro time caso queira pleitear um lugar na F-1. Já Rubens Barrichello não deverá ter alternativa a não ser pendurar as chuteiras – ou melhor, as luvas e o capacete -, já que nenhum dos outros times demonstraram interesse na contratação do veterano.

Ainda não sabemos qual será o desfecho desta trama, mas de toda maneira é triste acompanhar o melancólico fim de uma das marcas mais associadas à Fórmula 1 em todos os tempos.

Até a próxima!

Vitor

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Honda City: futuro sucesso?


Poucos modelos gozam de tamanho prestígio entre seus proprietários quanto os da Honda. Civic e Fit podem até não vender tanto quanto alguns de seus concorrentes, mas figuram no topo das pesquisas de satisfação.

O motivo não é difícil de entender: apesar do preço nem sempre tão camarada – como acontece com o novo Fit -, ambos superam as expectativas de seus donos. Com uma boa lista de itens de série e uma dirigibilidade acima da média, eles são agradáveis de conduzir, seja na cidade ou na estrada.

A chegada de um novo produto em 2009 deve aumentar a lista de fãs dos japoneses. O City é mais do que um sedã do Fit. Apesar de remeter ao Civic, o carro possui identidade própria e deve fazer sucesso por aqui, batendo de frente com Polo Sedan (um três-volumes que também se destaca em seu segmento) e também com as versões mais básicas de Corolla e, vejam só, do próprio Civic.

Como o City só deve chegar por aqui no segundo semestre do ano que vem, a revista Quatro Rodas avaliou o modelo com exclusividade na Tailândia. Com estilo moderno e bom espaço interno, ele certamente irá agitar o mercado brasileiro.

Veja a reportagem com as impressões ao dirigir do Honda City clicando aqui.

Até a próxima!

Vitor

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Salão: novidades para 2009, parte 2

O “segundo pelotão” das montadoras brasileiras apresentou boas novidades no último Salão do Automóvel. Confira abaixo alguns dos lançamentos que devem chegar às ruas no ano que vem.

Citroën:

A montadora revelou dois novos membros da família C4: o Hatch de cinco portas, que chega ao país dois anos após sua estréia na Europa, e a versão Picasso para cinco passageiros, que não substituirá a minivan derivada do Xsara. Os preços de ambos os modelos ainda não foram revelados, mas devem seguir a média da concorrência.

Honda:

O grande destaque da fabricante foi a segunda geração do Fit, que chega mais moderna, esportiva e bem-equipada. Com duas opções de motorização (1.4 16V e 1.5 16V) e quatro versões (LX, LXL, EX e EXL), o carro será vendido com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag duplo de série a partir de R$ 52 mil.

Nissan:

A minivan Livina, que chegará em 2009 com versões de cinco e sete lugares, foi a maior novidade da marca. Equipada com motores 1.6 ou 1.8 Flex, o carro ainda não possui preço definido. Já o superesportivo GT-R deve ficar apenas na imaginação...

Peugeot:


A linha 207 foi o centro das atenções no estande da marca francesa. O 207 Passion já está à venda na rede de concessionárias por R$ 41.990 na versão 1.4, que possui ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos de série. Já a perua Escapade deve chegar apenas no ano que vem.

Renault:

Sem muitas novidades, a estrela principal foi o Sand’Up Concept, protótipo desenhado pelo Centro de Estilo Renault América Latina. A esperança é que o estudo de estilo sirva como base para uma possível picape leve derivada do Sandero.

Toyota:

A montadora mostrou o novo visual da Hilux e da SW4, que ganharam novos faróis e retoques de estilo na grade dianteira e pára-choque. Uma nova opção de motorização a gasolina compõe o pacote de alterações nos utilitários.

No próximo post, falaremos das novidades dos importados!

Até a próxima!

Vitor

sábado, 25 de outubro de 2008

Salão do Automóvel: Honda Fit


Um campeão de vendas (e de satisfação entre seus proprietários) está de cara nova. Em sua segunda geração, o Honda Fit evoluiu em relação ao seu antecessor em todos os aspectos e deve continuar cativando cada vez mais motoristas.

À primeira vista, suas linhas chamam a atenção. A inspiração no Civic fez bem ao monovolume, que ficou mais agressivo e esportivo. Os faróis espicharam e a grade dianteira está mais moderna, enquanto que a traseira ganhou lanternas esportivas.

Por dentro, o belo volante de três raios é o mesmo do Civic e a versatilidade se faz presente mais uma vez. Os bancos podem ser rebatidos e dobrados, permitindo a acomodação de objetos de diversos tamanhos. O porta-malas de 384 litros é suficiente para levar a bagagem de uma família pequena sem problemas.

Os motores também passaram por mudanças. As duas opções de motorização – 1.4 e 1.5 – ganharam 16 válvulas e comando variável. Como resultado, o 1.4 gera 101 cv com álcool e 100 cv se movido a gasolina, enquanto que o 1.5 desenvolve 116 cv quando abastecido com álcool e 115 cv com gasolina.

Serão quatro versões de acabamento (LX, LXL, EX e EXL), todas elas muito bem equipadas. Ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e airbag duplo são alguns dos itens de série oferecidos desde a versão básica.

Os preços serão anunciados pela Honda durante a 25ª edição do Salão do Automóvel, que abre as portas para o publico no dia 30 de outubro.

Até a próxima!

Vitor

terça-feira, 17 de junho de 2008

Honda FCX Clarity: o futuro chegou

FCX Clarity
Foto: AFP



O futuro está mais próximo do que se pensa. Enquanto os fabricantes prometem se livrar da dependência dos combustíveis fósseis em poucos anos, a Honda parece ter dado um importante passo na briga pelo pioneirismo do “automóvel ecológico”. No mesmo dia em que a GM garante que seu carro elétrico Volt estará rodando em 2010, os japoneses anunciam o início da produção do FCX Clarity, o primeiro veículo movido a hidrogênio do mundo.

Batizado com o mesmo nome utilizado no carro-conceito exibido em mostras do setor mundo afora, o sedan médio utiliza uma célula-combustível, responsável por converter o hidrogênio e transformá-lo em eletricidade. Assim, ao invés do temido monóxido de carbono, o FCX exala apenas vapor d’água em seu escapamento. Praticamente o carro ideal para os ambientalistas.

De acordo com a Honda, o veículo tem autonomia de 620 km com um tanque de hidrogênio. O Clarity é equipado com uma resistente bateria de íon-lítio, capaz de suportar temperaturas extremas, e atinge uma velocidade máxima de 160 km/h. Mesmo fabricado no Japão, as unidades iniciais serão destinadas para os consumidores norte-americanos, que poderão adquirir o carro a partir de julho. Os japoneses conhecerão melhor o FCX dois meses depois.

Apesar dos problemas como a falta de postos de abastecimento e os custos de produção, a Honda pretende comercializar 300 unidades em três anos, todas via leasing. O valor total será de US$ 21.600 (por volta de R$ 40.000), incluindo os custos de seguro e manutenção. Além da própria General Motors, a Toyota também desenvolve um veículo movido a hidrogênio, uma substância inesgotável e não-poluente. Resta saber apenas quando esta nova tecnologia chegará ao Brasil.

Até a próxima!

Vitor

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