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domingo, 17 de maio de 2009

Test-drive: Citroën C4 Hatch

Dizem que os melhores exemplos de design colocam a forma acima da função. À primeira vista, esta máxima parece ser aplicável ao Citroën C4 Hatch, mas logo descobrimos que não é o caso. É claro que seu belo visual chama a atenção, com as soluções já conhecidas da família C4, mas o hatchback esconde outras qualidades.

Bastam alguns minutos ao volante para perceber que o C4 Hatch não é apenas um “Pallas sem porta-malas”. Seu entre-eixos é 20 centímetros mais curto do que o sedã, o que dá agilidade sem recorrer a uma suspensão mais dura. O carro absorve bem os impactos das ruas esburacadas e tem um comportamento satisfatório nas curvas mais fechadas.

Outro destaque é o motor 2.0 16V (o mesmo utilizado no Peugeot 307, também fabricado no país). O conjunto, de 151 cv se abastecido com álcool e 143 cv com gasolina, agrada aos fãs de uma tocada mais esportiva. Nem a transmissão automática - com opção de trocas seqüenciais - da versão testada prejudicada as retomadas e acelerações.

O estilo divide opiniões. As linhas não repetem a ousadia do C4 VTR e nem a imponência do Pallas, mas possuem personalidade própria. A suave queda do teto e as lanternas nas colunas “C” são dois elementos marcantes e as belas rodas de liga leve de 16 polegadas dão um toque de esportividade.

Por dentro, o visual impressiona. Detalhes como o painel digital centralizado e o volante com cubo central fixo conferem um ar futurista à cabine. A sensação de amplitude é reforçada pelo enorme para-brisa e pelo próprio desenho do habitáculo, mais recuado em relação aos ocupantes. O espaço interno também é suficiente para quatro adultos, ainda que o espaço para a cabeça dos passageiros de trás seja um pouco limitado.

A topo de linha Exclusive vem recheada de equipamentos: ar-condicionado digital, bancos de couro, sensores de chuva, luminosidade e estacionamento, freios com sistema anti-travamento (ABS), rádio com Bluetooth e comandos no volante e airbags laterais para os passageiros da frente são oferecidos de série. O Pack Technologique agrega ajuste elétrico dos bancos, controles de tração e estabilidade e faróis de xenônio que acompanham a trajetória do veículos nas curvas por R$ 5.900.

Com preços partindo de R$ 53.800 para o GLX 1.6 manual e chegando a até R$ 74.700 para a Exclusive completa, o C4 Hatch representa, ao lado de Ford Focus e Hyundai i30, o que há de melhor no segmento dos médios. Sorte nossa.


Até a próxima!


Vitor

terça-feira, 10 de março de 2009

Citroën C4 Hatch: chegando com tudo


A maior novidade do segmento de hatches médios acaba de ser lançada oficialmente no Brasil. Mais do que uma versão sem porta-malas saliente do sedã Pallas, o C4 Hatch chega para completar a família C4 e bater de frente com concorrentes de peso, como o Ford Focus, o Hyundai i30 e o VW Golf.

Para vencer a briga, o carro oferece qualidades que devem seduzir muitos consumidores. Uma das principais é o design moderno que, se não repete a ousadia do VTR, segue a tendência de linhas inovadoras dos franceses. A dianteira é idêntica ao Pallas, mas a traseira possui identidade própria, com destaque para as lanternas na coluna “C”.

Por dentro, o estilo permanece sendo o principal diferencial. O volante com cubo central fixo, o painel digital centralizado e a ergonomia do painel chamam a atenção. Com um entre-eixos 20 centímetros mais curto do que o Pallas, o C4 possui espaço interno satisfatório, e entrega um comportamento agradável na pista.

Vendido em duas versões de acabamento – GLX e Exclusive – e com duas opções de motorização (1.6 16V e 2.0 16V, ambas flex), o C4 Hatch é bem equipado de série. Ar-condicionado, direção elétrica, airbag duplo, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3 e freios com sistema anti-travamento (ABS) são alguns dos itens oferecidos desde a opção mais básica. O C4 Hatch será vendido a partir de R$ 53.800, podendo chegar a R$ 75.500 se equipado com todos os opcionais.

Até a próxima!

Vitor

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Citroën C4 Picasso: uma nova referência


Quando foi lançada por aqui, no primeiro semestre de 2008, a Grand C4 Picasso tornou-se um dos sonhos das famílias numerosas. Ao lado de sua conterrânea Renault Grand Scènic (e também da sul-coreana Kia Carens), a minivan passou a ser uma opção mais moderna e luxuosa à veterana Chevrolet Zafira, até então soberana entre os modelos com sete lugares.

Poucos meses depois, é a vez da Citroën lançar a versão de cinco lugares do modelo mais versátil da família C4. A nova Picasso traz as mesmas qualidades de sua “irmã”, como a vasta lista de itens de série, mas em embalagem menor.

O desenho simétrico, consagrado pela Xsara Picasso (que, segundo a montadora, não sairá de linha), tem linhas distintas da Grand C4, com destaque para o formato das janelas, bem original. Na traseira, as lanternas deixam a coluna “C” e invadem a tampa do porta-malas.

Por dentro, o visual futurista marca presença. O volante com cubo fixo e o painel digital central, características comuns ao C4 VTR e ao sedã Pallas, chamam a atenção. Já os vários porta-objetos e a alavanca de câmbio posicionada atrás da coluna de direção são herança da Grand C4, e agradam pela originalidade.

Com um motor 2.0 16V de 143 cv, a minivan não faz feio diante da concorrência. O preço de R$ 80.700 também é convidativo, já que o carro vem com itens como ar-condicionado digital com quatro zonas de regulagem, câmbio com trocas de marcha sequenciais, sete airbags e controle de estabilidade. Mais do que uma novidade, a C4 Picasso deve agitar o segmento dos modelos familiares.


Até a próxima!

Vitor


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Test-drive: Citroën C4 Pallas GLX


Para muitos, carro é sinal de poder e status. E se você faz parte do grupo de consumidores que se deixa levar pelo design, as chances de o Citroën C4 Pallas figurar entre os seus modelos favoritos é bem grande.

Não há como negar que o desenho é o principal chamariz do sedã. Elegante, ele transmite modernidade ao herdar as soluções de estilo do C4 Hatch. Os faróis espichados formam um conjunto harmonioso com a grade cromada, que ostenta o duplo chevron, marca registrada da Citroën. Já a traseira exibe lanternas de formato inovador, que remetem a um bumerangue e invadem a lateral.

Mas é ao volante que se percebe as qualidades e os defeitos do Pallas. O motor 2.0 16V a gasolina da versão testada (o carro ganhou a opção Flex em outubro de 2008) desenvolve 143 cv, suficientes para impulsionar o sedã. Mas a falta de vigor em algumas situações – como as arrancadas – é sentida, em grande parte por ser um veículo com transmissão automática de quatro velocidades e opção de trocas manuais (Tiptronic).

A direção tem assistência elétrica, o que a torna mais leve do que a hidráulica. É ela que facilita as manobras mesmo em lugares apertados. As mudanças de faixa também são realizadas sem dificuldades, podendo fazer até com que o motorista esqueça que está dirigindo um carro de 4,77 metros de comprimento.

Por dentro, o Pallas oferece espaço interno de sobra. O painel tem desenho ousado, com destaque para o velocímetro no centro da cabine. Apesar de bonito, ele fica um pouco fora do campo de visão, mas não compromete. O volante com cubo central fixo também inova, e pode causar estranheza em motoristas menos acostumados com a novidade.

Com um amplo porta-malas (580 litros) e um desenho que ainda impressiona, o C4 Pallas é uma das melhores opções em seu segmento. Porém, o maior problema do Citroën está justamente na concorrência, que conta com rivais igualmente atraentes, como Honda Civic e Toyota Corolla. Cada um deles oferece prós e contras que podem pesar na hora da compra. Vale a pena pesquisar e, principalmente, pensar com carinho antes de assinar o cheque.

Até a próxima!

Vitor

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Salão: novidades para 2009, parte 2

O “segundo pelotão” das montadoras brasileiras apresentou boas novidades no último Salão do Automóvel. Confira abaixo alguns dos lançamentos que devem chegar às ruas no ano que vem.

Citroën:

A montadora revelou dois novos membros da família C4: o Hatch de cinco portas, que chega ao país dois anos após sua estréia na Europa, e a versão Picasso para cinco passageiros, que não substituirá a minivan derivada do Xsara. Os preços de ambos os modelos ainda não foram revelados, mas devem seguir a média da concorrência.

Honda:

O grande destaque da fabricante foi a segunda geração do Fit, que chega mais moderna, esportiva e bem-equipada. Com duas opções de motorização (1.4 16V e 1.5 16V) e quatro versões (LX, LXL, EX e EXL), o carro será vendido com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag duplo de série a partir de R$ 52 mil.

Nissan:

A minivan Livina, que chegará em 2009 com versões de cinco e sete lugares, foi a maior novidade da marca. Equipada com motores 1.6 ou 1.8 Flex, o carro ainda não possui preço definido. Já o superesportivo GT-R deve ficar apenas na imaginação...

Peugeot:


A linha 207 foi o centro das atenções no estande da marca francesa. O 207 Passion já está à venda na rede de concessionárias por R$ 41.990 na versão 1.4, que possui ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos de série. Já a perua Escapade deve chegar apenas no ano que vem.

Renault:

Sem muitas novidades, a estrela principal foi o Sand’Up Concept, protótipo desenhado pelo Centro de Estilo Renault América Latina. A esperança é que o estudo de estilo sirva como base para uma possível picape leve derivada do Sandero.

Toyota:

A montadora mostrou o novo visual da Hilux e da SW4, que ganharam novos faróis e retoques de estilo na grade dianteira e pára-choque. Uma nova opção de motorização a gasolina compõe o pacote de alterações nos utilitários.

No próximo post, falaremos das novidades dos importados!

Até a próxima!

Vitor

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