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sábado, 4 de julho de 2009

Audi, BMW e Mercedes: entrada social

Já se vão dez anos desde que a Mercedes-Benz apresentou o Classe A, primeiro automovel de passeio feito pela marca no país. Sob o slogan "Você de Mercedes", o monovolume apostava no status da estrela de três pontas para fazer sucesso. A história, porém, não foi bem assim, e o modelo saiu de cena em 2005.


Mas em 2009, as montadoras de luxo alemãs resolveram investir em modelos mais baratos para conquistar novos clientes. A primeira foi a própria Mercedes-Benz, que desde o começo do ano passou a oferecer o B 170, versão mais simples da minivan fabricada na Alemanha.


Com um motor 1.7 de oito válvulas e 115 cv, o carro não tem o mesmo o desempenho esportivo de seus irmãos mais caros, como o Classe C ou o Classe E. Mesmo assim, o B 170 é ideal para as famílias: o espaço interno e a profusão de porta-objetos são itens de série no modelo, que é vendido por R$ 99.900. É mais caro - e menos equipado - do que alguns concorrentes (como o Citroën C4 Picasso ou a Renault Grand Scènic), mas ostenta o prestígio que só um Mercedes-Benz pode entregar.


A BMW resolveu trilhar o mesmo caminho de sua compatriota e passa a oferecer uma nova opção na Série 1. O 118i não possui os mesmos luxos das outras versões, mas conserva o mesmo temperamento esportivo que caracteriza os modelos da marca bávara.


O motor é o mesmo 2.0 de 143 cv do 120i, mas sem itens como ar-condicionado digital, faróis de xênon e bancos em couro com ajuste elétrico de distância e altura. Tal como a B 170, o grande atrativo do 118i é o preço: você pode levar o hatch por R$ 95 mil.


Para completar a trinca das montadoras alemãs, a Audi também oferece uma configuração mais acessível do A3 Sportback. Equipada com um propulsor 1.6 de 101 cv (o mesmo utilizado pela VW nos modelos Gol, Polo e Golf), o hatchback conta com airbags frontais e laterais, freios ABS e ar-condicionado digital. Tudo por pouco mais de R$ 100 mil.


Até a próxima!


Vitor

domingo, 31 de maio de 2009

Test-drive: Mini Cooper

Se você é uma pessoa tímida, é melhor não comprar um Mini Cooper. O simpático carrinho, agora importado pela BMW, tem várias qualidades, mas a maior delas talvez seja o poder de chamar a atenção.

Por onde quer que passe, olhares curiosos seguem o carro. Os homens olham com admiração (e, às vezes, até inveja), enquanto as mulheres admiram as linhas do compacto. Aliás, não é exagero algum dizer que fiquei bem mais bonito ao volante do Mini.

Mas engana-se quem pensa que o Mini Cooper é apenas um rostinho bonito na multidão. Mesmo na versão mais barata, o motor 1.6 16V garante boas doses de diversão. As respostas rápidas e o comportamento nervoso nas acelerações empolgam e incitam o motorista a pisar fundo. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 10 segundos e a velocidade máxima beira os 200 km/h. É preciso ter prudência para não ultrapassar os limites de velocidade.

Bem recheado, o Mini oferece freios com sistema anti-travamento (ABS), controle de estabilidade, faróis de xenônio e seis airbags (dois frontais, dois laterais e outros dois do tipo cortina). A excelente dirigibilidade também é item de série, herdada da BMW, atual detentora da marca.

Como já foi dito, o design é um capítulo à parte. As linhas nostálgicas conquistam qualquer um pela simpatia de suas formas arredondadas. Por dentro, o Mini é um típico caso de forma à serviço da função: os comandos de ar-condicionado e do rádio não são muito práticos, assim como os botões dos vidros elétricos. Ah, e é muito difícil não prestar atenção ao enorme velocímetro posicionado no centro da cabine.

Os ocupantes da frente viajam bem, mas a história é bem diferente no banco de trás. Há pouco espaço para joelhos e cabeça e o mesmo acontece no porta-malas. Na verdade, nada isso – e nem o preço de R$ 92.500 - interessa para o comprador de um Mini: o que vale é ser visto. E isso o carrinho sabe fazer melhor do que qualquer um.


Até a próxima!


Vitor

domingo, 10 de maio de 2009

Mini: 50 anos



Completar meio século de vida é um feito e tanto. E comemorar esta data tão especial em plena forma é privilégio para poucos. Pois o Mini é um daqueles carros que estão acima do bem e do mal. Afinal, do alto de seus cinquenta anos, o carrinho esbanja vigor e popularidade.

Tudo começou em 1959, quando o projetista Alec Issigonis apresentou um projeto que fugia aos padrões daquela época. Era um veículo de dimensões super reduzidas (3,05 metros de comprimento, 1,40 metros de largura e 1,35 metros de altura) e desenho incomum, projetado como alternativa para o já caótico trânsito inglês.

Conhecido por dois nomes (Austin Seven e Morris Minor), não demorou para o carro ganhar o carinhoso apelido de Mini. Com um motor de 848 cm3, o modelo tinha 34 cv e alcançava 115 km/h de velocidade máxima. Podia levar quatro pessoas - sem tanto conforto, é verdade - e pouca bagagem.

Ao longo dos anos, porém, o Mini ganhou versões mais apimentadas, criadas pelo piloto John Cooper. Um propulsor de 1.071 cm3 e 70 cv, aliado a freios redimensionados, fazia a alegria de seus fãs e abria caminho para o sucesso do Mini nas pistas. Nascia, aí, o famoso Mini Cooper.

O clássico seguiu em linha nas décadas de 80 e 90, com muitas séries especiais e pouquíssimas alterações estéticas. O Mini já começava a ganhar status de cool entre os jovens e descolados. A versão derradeira veio em 1999 e a última unidade saiu da linha de montagem em 2000.

Mas a saudade durou pouco. No mesmo ano, a BMW (que havia comprado a Rover, antiga proprietária da marca Mini) apresentou a nova versão do carrinho, maior e muito mais moderna. Mesmo assim, o veículo conserva as qualidades que fizeram do Mini um ícone da indústria automotiva e promete trilhar o mesmo caminho de seu antecessor.


Até a próxima!

Vitor

sexta-feira, 17 de abril de 2009

MINI Cooper: diversão sobre rodas!


Prazer ao dirigir. Estas três palavras definem com precisão a filosofia do MINI Cooper, um dos modelos mais desejados do mundo e que chega ao Brasil de forma oficial a partir deste mês.

Importado pela BMW - que hoje detém os direitos da marca britânica -, o simpático carrinho promete conquistar novos fãs em solo brasileiro. E predicados para tanto não lhe faltam: desde o seu lançamento, em 2001, o compacto não para de cativar as pessoas com suas linhas carismáticas e nostálgicas.

A inspiração é nítida no antigo Morris Mini da década de 1950. Fabricado até o ano 2000, o veículo se tornou um dos símbolos da Inglaterra, ao lado de ícones como o Big Ben e os Beatles. Mas foi graças às ilustres aparições em filmes como "Um Golpe à Italiana" e séries, como o engraçado Mr. Bean, que o veículo ganhou fama mundial.

Em sua nova encarnação, o MINI ganhou status de cult entre os jovens descolados. Suas dimensões reduzidas e o design de forte personalidade chamam a atenção. As linhas arredondadas se misturam com os traços retos das janelas e do teto, vivendo em perfeita harmonia. Por dentro, o enorme velocímetro dá o toque retrô, presente também nos botões do console central.

Sob o capô, as opções também agradam. A versão mais simples, chamada apenas de Cooper, possui um motor 1.6 aspirado de 120 cv, enquanto que a esportiva Cooper S conta com um propulsor 1.6 turbo de 175 cv. De acordo com a montadora, o MINI mais nervoso acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 225 km/h. Nada mal, hein?

Além do MINI Cooper, a marca também venderá o Clubman, uma espécie de versão alongada com uma terceira porta para facilitar o acesso ao interior. Por enquanto, a MINI terá apenas duas concessionárias, nas cidades de São Paulo e Curitiba. Os preços do modelo variam de R$ 92.500 para o Cooper até R$ 129.500 para o Clubman S.


Até a próxima!


Vitor

domingo, 10 de agosto de 2008

Mini: agora é oficial!



Um dos maiores ícones da onda retrô finalmente vai desembarcar no Brasil. A BMW anunciou que passará a trazer para cá de forma oficial o Mini, carismático compacto que faz grande sucesso no mundo. Lançado em 2000, o modelo veio para rivalizar com outro símbolo da nostalgia, o New Beetle, e logo ganhou uma legião de fãs, seja por seu design carismático ou por sua alta performance.

Com o status de cool, o Mini estrelou diversas campanhas publicitárias e filmes, como a reedição do longa “Um Golpe à Italiana” (1969), batizada de “Uma Saída de Mestre”, de 2003. Por aqui, o carrinho também faz sucesso, porém é trazido apenas por importadores independentes e a preços elevados (a loja Forest Trade, de São Paulo, comercializa o Mini por mais de R$ 100 mil).

Com um motor 1.6 de 16 válvulas e turbo, o carro gera 175 cv de potência. A família Mini possui duas versões, o Cooper - nas carrocerias hatchback e cabriolet - e o Clubman, uma espécie de perua com portas suicidas (que se abrem em sentidos opostos). Ainda não se sabe se ambas as configurações virão para o Brasil, mas, mesmo assim, ter o Mini por aqui é garantia de muita diversão.

Até a próxima!

Vitor

domingo, 16 de março de 2008

GP da Austrália: que corrida!


Foto: AFP

Lewis Hamilton saiu na frente na briga pelo Campeonato Mundial de Fórmula 1. Em um grande prêmio emocionante, o inglês venceu a primeira etapa da temporada, realizada na madrugada deste domingo (16), na Austrália. A corrida foi marcada pelo grande número de abandonos, com apenas sete carros completando as 58 voltas do circuito de Melbourne.

Logo na primeira curva, um toque envolvendo Heikki Kovalainen, da McLaren, e Felipe Massa, da Ferrari, resultou em um tumulto que obrigou outros pilotos a abandonarem. A jornada definitivamente não foi boa para o brasileiro, que mais tarde se envolveu em outro acidente, desta vez com David Coulthard, da Red Bull, e abandonou a prova momentos depois.

A desgraça ferrarista se completou quando Kimi Raikkonen, que largou em 16º e vinha em uma boa recuperação, passou reto ao ultrapassar seu conterrâneo Kovalainen e se distanciou da briga pelo pódio. O atual campeão ainda rodou quando disputava posição com Timo Glock, da Toyota. O alemão deixaria a prova algumas voltas depois, quando saiu da pista e praticamente decolou ao tocar na área de escape, forçando a entrada do safety-car a 15 voltas do final.

Centro das atenções, o estreante Nelson Ângelo Piquet largou em penúltimo e chegou a esboçar uma reação, mas também foi obrigado a deixar a disputa, mais uma vez por problemas em sua caixa de câmbio. Quem roubou a cena foi outro calouro, o francês Sebastién Bourdais, que conduziu com valentia sua Toro Rosso até o motor Ferrari pedir arrego. O que não tirou o brio de sua pilotagem, marcando pontos mesmo sem completar a corrida.

Rubens Barrichello, que após uma temporada desastrosa vinha obtendo um ótimo quinto lugar na Austrália, foi bem, mas sofreu com o azar. Após um movimento precipitado do mecânico responsável pelo lollipop (que informa ao piloto sobre o término do pit-stop), o brasileiro arrancou e quase levou consigo um dos mecânicos da equipe. Para completar, Rubens havia adentrado os boxes em sinal vermelho e, mesmo chegando em sexto, acabou sendo desclassificado.

Alheio a todas as confusões, Hamilton passeou sem ser ameaçado e confirmou sua primeira vitória em 2008. O pódio foi completado por duas gratas surpresas germânicas: Nick Heidfeld, que fez jus ao esforço da BMW na temporada passada e foi premiado com o segundo lugar, e Nico Rosberg, que reviveu os tempos de glória da Williams. Fernando Alonso, Heikki Kovalainen, Kazuki Nakajima – mais uma Williams na zona de pontuação –, Sebastién Bourdais e Kimi Raikkonen completaram a lista dos oito primeiros.

A segunda etapa do campeonato está marcada para a próxima semana, no circuito de Sepang, na Malásia.

Até a próxima!

Vitor

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